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JASON deCAIRES TAYLOR

O artista e a alma do Museu Atlântico em Lanzarote

Jason deCaires Taylor

Jason DeCaires Taylor é um escultor, ambientalista e fotógrafo subaquático profissional, bem como um artista de renome internacional conhecido pelas suas suas criações e instalações subaquáticas (www.underwatersculpture.com).

Nascido na Inglaterra em 1974, formou-se com no Instituto de Artes de Londres em 1998, com honras em escultura. Mais tarde tornou-se instrutor de mergulho e naturalista subaquático.
As imagens dramáticas de Taylor que lhe renderam premios de fotografia subaquática  internacionais, capturam a evolução das esculturas e os efeitos metamórficos do oceano, tendo sido mesmo apelidado de “Jaques Cousteau do Mundo da Arte” pela revista Foreign Policy.

As instalações permanentes de Jason, presentes em diversos locais pelo mundo, reflectem as preocupações globais que presentemente afectam as ecologías subaquáticas:

  • 2006 | Grenada, Antilles | Viccisitudes –  Primeiro parque subaquático de escultura do mundo, considerado uma das 25 maravilhas do mundo pela National Geographic.
  • 2008 | Canterbury, Kent, England | Alluvia
  • 2009 | Cancún & Isla Mujeres, Mexico | MUSA (Museo Subaquático de Arte) –  Descrito pela Forbes como um destino turístico único no mundo.
  • 2015 |London, UK | The Rising Tide
  • 2014 | Nassau, Bahamas | The Ocean Atlas
  • 2016 | Lanzarote, Spain | Museo Atlantico – Primeiro museu subaquático da Europa.
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Arte única reconhecida mundialmente

A arte de Taylor é única e um paradoxo de criação. O seu trabalho é feito de modo a ser absorvido pelo oceano e mais tarde transformado em recifes de corais vivos, retratando a intervenção humana como positiva e encorajadora. As criações de Jason facilitam uma interacção positiva entre pessoas e o frágil habitat subaquático.

Numerosas publicações e documentários sublinham o seu extraordinário trabalho, incluindo a BBC, CNN, USAToday, The Guardian, Vogue, New Scientist e Discovery Channel. No entanto, nenhum artigo pode realmente mostrar a natureza efémera da sua arte, já que cada visita é única e subjetiva, sujeita à dinâmica flutuante do oceano.

As instalações de Taylor instigam a reflexão, trazem mudanças positivas e estão imbuidas de conceitos complexos e comentários sociais, ao mesmo tempo que trabalham em perfeita simbiose com os ambientes marinhos em que são inseridas.

Todas essas considerações estão presentes em cada uma das instalações escultóricas de Taylor, mas há mais benefícios associados aos seus recifes artificiais. Cada instalação é produzida consultando cientistas marinhos para maximizar o seu impacto positivo, podendo os mesmos estudar e monitorizar o desenvolvimento de um ecossistema funcional desde o seu início até se tornar bem estabelecido.